Previdência privada não é produto — é estrutura

Por que tratar PGBL e VGBL como veículos de planejamento muda completamente a decisão de aporte e a sucessão.

22 de maio de 20266 min de leituraGustavo Trotta

Quando o cliente trata previdência como mais um produto, ele otimiza pela rentabilidade de curto prazo. Quando trata como estrutura, otimiza pela arquitetura: tributação no resgate, sucessão sem inventário, regime de aporte ao longo da vida ativa.

PGBL vs VGBL: o critério

PGBL faz sentido quando o cliente declara imposto pelo modelo completo e quer reduzir base de cálculo. VGBL é o veículo padrão de acumulação para quem usa declaração simplificada ou já maximizou o limite do PGBL.

A diferença entre o cliente que entendeu a previdência como produto e o que entendeu como estrutura aparece dez, quinze anos depois — quando chega a hora de resgatar e a sucessão começa a importar mais que a rentabilidade do ano.

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