Uma visão honesta do seu patrimônio em 6 minutos.
Ferramenta gratuita para quem trata o patrimônio como projeto de décadas. Em 6 etapas curtas você desenha sua situação atual, define suas metas e recebe uma projeção de longo prazo — com estimativa de independência financeira, renda sustentável e aporte necessário pra manter o plano de pé.
Pra começar: nome completo e WhatsApp (DDD + número). Ao final, você baixa o documento em PDF. É premissa, não promessa: um exercício de planejamento, não recomendação de investimento.
Preencha seus dados pra liberar a ferramenta.
Nome completo e WhatsApp (DDD + número). 30 segundos. Em troca, você libera as 6 etapas do planejamento e o download do PDF final.
Mais do que números — uma leitura do seu cenário.
- Projeção patrimonial ano a ano
Curva do seu patrimônio até os 95 anos, em reais de hoje — descontado de inflação.
- Idade estimada de independência financeira
Em que momento, mantendo seu aporte atual, seu patrimônio sustenta a renda desejada perpetuamente.
- Aporte mensal de manutenção
Quanto você precisa aportar por mês pra atingir o nível de manutenção na idade-alvo — preservando o principal.
- Documento editorial em PDF
Capa, sumário executivo, gráfico, premissas e leitura do cenário. Pronto pra arquivar ou levar pra uma conversa.
O método, por escrito.
As seis etapas, na ordem em que aparecem.
A ordem não é decorativa. Cada etapa alimenta a seguinte, e a projeção só roda quando as cinco primeiras estão preenchidas.
- 01 · Sobre você. Idade atual, estado civil, regime de bens quando há casamento ou união estável, quantidade de dependentes e de filhos.
- 02 · Objetivo de longo prazo. Em que idade você quer reduzir o ritmo de trabalho, e com qual renda mensal, em reais de hoje, você quer viver a partir dali.
- 03 · Fluxo financeiro. Receitas e despesas do mês. Você escolhe entre o modo consolidado, com dois números, e o detalhado, que separa salário, pró-labore, dividendos, aluguéis e renda variável de um lado, e despesa fixa, lazer, educação e saúde do outro. A diferença entre as duas linhas é a sua capacidade de aporte.
- 04 · Estrutura patrimonial. Patrimônio financeiro (renda fixa, ações, fundos, previdência, caixa), ativos imobilizados (imóveis, veículos, terrenos) e participação societária, quando existe.
- 05 · Premissas econômicas. Três perfis prontos: conservador, moderado e otimista, cada um com inflação e juros nominais já calibrados. Você escolhe um, e o retorno real sai da conta, dentro de um teto e de um piso.
- 06 · Visão integrada. A projeção montada com as cinco respostas anteriores: patrimônio na idade-alvo, renda mensal sustentável, o gráfico ano a ano e o PDF.
Nenhuma etapa pede extrato, documento ou senha.
Reais de hoje, taxa real.
Todo valor digitado é tratado como valor presente. O motor não infla nada: ele projeta com a taxa real, já descontada da inflação. O que você lê na projeção aos 60 anos é poder de compra de hoje.
Os percentuais dos três perfis são premissas de cálculo que você escolhe. Nenhum deles é expectativa de retorno de produto ou de carteira. Conservador: inflação de 4% e nominal de 7%, o que dá 2,9% reais ao ano. Moderado: nominal de 9%, dando 4,8% reais. Otimista: nominal de 11%, dando 6,7% reais — patamar que pressupõe tolerância a oscilação e horizonte de 20 anos ou mais.
Existe teto de 8% reais e piso de 0%. Acima do teto a ferramenta não deixa passar; abaixo do piso, você está planejando sem expectativa de crescimento real. Premissa generosa não muda o futuro, muda o gráfico.
O que entra na conta de renda.
A projeção de renda considera apenas o patrimônio financeiro, o capital que já está investido e produzindo retorno. Imóvel, carro, terreno e participação societária ficam fora dessa conta e aparecem só no patrimônio total, como contexto.
O apartamento onde você mora não deposita nada na sua conta todo dia 5. Somá-lo ao capital que gera renda infla o resultado com um ativo que não paga conta nenhuma. Se um desses bens virar caixa depois, por venda ou por saída societária, o valor entra na base e a projeção muda de patamar. Até lá, ele não conta.
Um exemplo, com números redondos.
Ilustração de método, com pessoa inventada. Não é projeção de resultado de ninguém e nenhum número aqui é promessa.
Mariana tem 40 anos, quer parar aos 60 e viver com R$ 20 mil por mês. Tem R$ 500 mil aplicados, sobram R$ 5 mil por mês do fluxo e ela escolheu o perfil moderado, de 4,8% reais ao ano. O apartamento de R$ 1,2 milhão em que mora fica de fora da base.
Para pagar R$ 20 mil por mês só com juros reais, sem tocar no principal, o patrimônio precisa ser de R$ 5 milhões. Mantendo o aporte atual por 20 anos, ela chegaria aos 60 com cerca de R$ 3,26 milhões, que sustentariam R$ 13 mil por mês. Faltariam R$ 7 mil de renda. O aporte que fecharia essa distância é de R$ 9,4 mil por mês, R$ 4,4 mil acima do que ela guarda hoje.
O documento ainda mostra a segunda régua: consumindo o principal ao longo de 25 anos, o patrimônio necessário cai para R$ 3,5 milhões. Os R$ 3,26 milhões projetados ficam logo abaixo disso, e é por isso que a curva do gráfico chega a zero por volta dos 82 anos. A idade de independência financeira sai como um traço, com a nota de que não foi atingida no horizonte projetado. A ferramenta não maquia esse resultado.
O que ela não faz.
A ferramenta não recomenda ativo, não sugere produto e não opina sobre o que você tem hoje. A etapa de patrimônio pede totais por categoria justamente porque a conta é de volume, não de escolha de aplicação.
Também não é adivinhação. A projeção é determinística: retorno constante ao ano, sem volatilidade, sem crise, sem tributação de resgate, sem mudança de regra fiscal, sem herança e sem divórcio. Aportes constantes até a idade-alvo, retiradas iguais à renda desejada depois dela. Resultados reais vão diferir.
E não substitui conversa. Ela produz o número e a pergunta seguinte, que costuma ser sobre prazo ou sobre o que fazer com o que sobra na PJ. Se fizer sentido tratar disso, as perguntas frequentes respondem boa parte do que vem depois.